Plano de saúde não
se compara por preço.
Se compara por rede.
Dois planos com a mesma mensalidade podem ter hospitais, carências e regras de reembolso completamente diferentes. Conte o cenário da sua empresa e devolvemos uma análise comparativa das opções que atendem o seu CNPJ.
Leva ~2 minutos · Não pedimos documentos nem dados de saúde nesta etapa
O que você recebe
Comparativo de opções
- Rede credenciada
- hospitais que importam
- Carências
- e portabilidade
- Coparticipação
- com e sem
- Custo total no ano
- Projetado
Contratação por CNPJ
Planos exclusivos
para empresas
Condições de contrato coletivo empresarial, a partir do seu CNPJ
A análise não é uma proposta comercial nem uma cotação vinculante.
Como funciona
Três passos, nenhuma ligação de surpresa.
A parte trabalhosa de escolher plano de saúde empresarial é cruzar rede credenciada, carência e custo entre operadoras que apresentam a informação de jeitos diferentes. Essa parte é nossa.
Você conta o cenário
O CNPJ, quantas vidas entram e quanto a empresa investe hoje. É o que define enquadramento e faixa de preço.
A gente compara
Levantamos as opções das operadoras que atendem o porte e a região da sua operação, e colocamos rede, carência e custo lado a lado.
Você decide com calma
Sem compromisso: você recebe a comparação, avalia com quem precisar avaliar e decide no seu tempo. Se a conclusão for ficar como está, está tudo certo.
Critérios
O que entra na análise
Seis pontos decidem se um plano vai servir na hora que a sua equipe precisar dele. Preço é só um deles.
Rede credenciada
Quais hospitais, laboratórios e médicos atendem — e se os que a equipe já usa estão na lista. É o critério que mais gera reclamação depois.
Abrangência
Municipal, estadual ou nacional. Plano regional costuma custar menos, e faz diferença se a operação tem gente viajando ou em outra praça.
Carências e portabilidade
Quanto tempo até poder usar cada cobertura — e se o tempo já cumprido no contrato atual pode ser aproveitado na troca.
Coparticipação
Mensalidade menor em troca de pagar por uso. Vale ou não conforme a frequência com que a equipe consulta.
Acomodação e reembolso
Enfermaria ou apartamento, e qual o múltiplo de reembolso fora da rede — o que separa um plano de um seguro saúde.
Reajuste e custo no ano
Mudança de faixa etária e reajuste anual mudam o custo real do contrato. Projetamos o ano inteiro, não só a primeira mensalidade.
Solicitar análise
Conte o cenário da empresa
São poucas perguntas — e todas existem porque mudam o resultado da análise.
Registrando sua solicitação…
Só um instante.
Esta página não realiza contratação nem gera cotação automática. A análise é elaborada por um corretor e as condições dependem da aceitação da operadora.
Perguntas frequentes
A análise custa alguma coisa?
Não. A análise é gratuita e sem compromisso: você recebe a comparação de rede, carências, coparticipação e custo, e decide depois — inclusive por não mudar nada.
Por que só atendem empresas?
Porque é onde conseguimos entregar as melhores condições. O contrato coletivo empresarial tem regras próprias de carência, de reajuste e de aceitação, normalmente mais vantajosas que as do plano individual. Por isso a análise começa pelo CNPJ.
Qual a diferença entre plano de saúde e seguro saúde?
Os dois são regulados pela ANS e têm as mesmas coberturas mínimas obrigatórias. A diferença prática está na livre escolha: o seguro saúde costuma trabalhar com reembolso de profissionais fora da rede, enquanto o plano tende a concentrar o atendimento na rede credenciada. Qual compensa depende de com quem a equipe já se consulta.
Como funciona o reembolso?
Caso o plano contratado contemple reembolso para o procedimento, você escolhe um médico ou hospital fora da rede credenciada, paga a consulta ou o procedimento do seu bolso e envia a nota fiscal, o relatório médico e o comprovante de pagamento para a seguradora. O valor devolvido segue os limites da tabela do seu contrato — por isso o múltiplo de reembolso é um dos pontos que comparamos na análise.
Quanto tempo até poder usar o plano?
Depende da carência de cada cobertura, e a lei fixa prazos máximos: 24 horas para urgência e emergência, 300 dias para parto a termo e até 24 meses para doenças e lesões já existentes na contratação. Em contrato empresarial a carência costuma ser reduzida ou dispensada conforme o número de vidas — é um dos pontos que a análise verifica.
A vigência do contrato pode ser de 1 ou 2 anos?
Sim. O contrato coletivo empresarial pode ser fechado com vigência de 12 ou de 24 meses, e o de 24 meses costuma vir com condição de custo melhor, porque adia o primeiro reajuste anual. Em compensação, prende a empresa por mais tempo àquela operadora e àquela rede. A escolha entra na análise junto com o custo projetado — não adianta economizar no prazo e ficar dois anos preso a uma rede que não atende.
E quem já tem uma doença preexistente? O que é CPT?
Doença ou lesão preexistente é aquela que o beneficiário já sabia ter quando contratou, e que é informada na declaração de saúde. Nesse caso a operadora pode aplicar a CPT — Cobertura Parcial Temporária: por até 24 meses ficam suspensos apenas os procedimentos de alta complexidade, os leitos de alta tecnologia (como UTI) e as cirurgias relacionados àquela condição específica. Todo o resto do plano — consultas, exames simples, urgência, e qualquer atendimento não ligado à doença declarada — segue as carências normais.
Declarar não é o problema; omitir é. Deixar de informar uma condição conhecida pode ser caracterizado como fraude e levar à suspensão ou ao cancelamento do contrato, inclusive depois de o tratamento ter começado. Em contrato empresarial, dependendo do número de vidas, a operadora pode dispensar a CPT — é um dos itens que verificamos.
Já temos plano. A equipe perde a carência se trocarmos?
Não necessariamente. A portabilidade de carências é um direito previsto na regulamentação da ANS e permite levar o tempo já cumprido para outro plano, desde que atendidos os requisitos de permanência mínima, compatibilidade e regularidade dos pagamentos. Verificar se o contrato da empresa se enquadra é parte da análise.
Como funciona a inclusão de dependentes?
Quem pode entrar como dependente é definido no contrato — em geral cônjuge ou companheiro(a) e filhos, e algumas operadoras aceitam enteados e pais. A inclusão é feita pela empresa junto à operadora, e o dependente incluído depois do início do contrato normalmente cumpre as carências vigentes na data em que entra.
Há uma exceção que vale conhecer: o recém-nascido inscrito nos primeiros 30 dias de vida aproveita as carências já cumpridas pelo titular, sem cumprir prazo novo. O mesmo vale para filho adotivo menor de 12 anos. Perder essa janela custa caro — é um dos avisos que passamos ao time de RH na implantação.
Coparticipação vale a pena?
Depende da frequência de uso da equipe. Ela reduz a mensalidade em troca de um valor por consulta ou exame realizado. Para grupos que usam pouco, costuma sair mais barato no ano; para grupos com acompanhamento contínuo, pode custar mais. Por isso projetamos o custo anual, e não só a mensalidade.
Precisamos informar doenças ou tratamentos agora?
Não. Este formulário não pede nenhuma informação de saúde nem documento — só o básico da empresa e quantas vidas entram. Idades e declaração de saúde vêm depois: as idades levantamos no atendimento, para montar o preço por faixa etária, e a declaração de saúde é preenchida por cada beneficiário diretamente com a operadora no momento da proposta, que é o que define se haverá CPT.